Sociedade Thule e o poder oculto por trás do império Nazista

Escrito por Angela Rizzi.

“Os nazistas podem ter perdido as batalhas, mas eles venceram a guerra.” – Jim Marrs.
O império nazista vai muito além do que os livros convencionais e a versão oficial da história
nos contam, de estratégias e poder militar. Sempre houve outros pilares de sustentação, ao
quais muitos consideram mero esoterismo, mas que provas e documentos oficiais de tais
existem para dar credibilidade ao fato.


Após o final da primeira guerra mundial, em 1919, surgiram muitas sociedades secretas que
começaram a trabalhar no desenvolvimento de armas e dispositivos voadores através de
conhecimentos ocultos. Um nome que se destaca neste momento é Maria Orsic. Orsic alegava
comunicar-se com uma raça ariana extraterrestre, que tinha a intenção de acelerar a evolução
humana.


Através dessas comunicações, Orsic escreveu muitas páginas com informações de como
construir naves espaciais, e o mais intrigante, escrevia sob um efeito de hipnose,
automaticamente, em duas línguas, templária e suméria. A partir de então, conheceu e
tornou-se membro da sociedade Thule, a mais poderosa sociedade secreta pós-guerra, da
Alemanha. Suas escritas foram analisadas por cientistas, que atestaram ser factíveis.


A sociedade Thule acreditava na existência de uma civilização que vivia ao norte nos tempos
ancestrais, e que posteriormente, foram para os subterrâneos, chamada Hyperborea. Segundo
mitos e lendas, os reis de Hyperborea tinham em torno de 10 metros de altura, uma descrição
que coincide com civilizações da era pré-diluviana, descritas no apócrifo do profeta Enoch,
como Nefilins ou anjos caídos. A sociedade acreditava que a raça alemã; ariana, era
descendente dessa civilização.


Os membros da sociedade também buscavam compreender os mistérios da força “Vril”, ao
qual acreditavam, bem como outras sociedades secretas ocultistas por todo o mundo, era uma
energia capaz de desenvolver capacidades mentais e psíquicas.


O autor Edward Bulwer Lytton’s escreveu o livro sobre o Vril, a energia provinda de uma
civilização pré-diluviana com semblante de anjo, que vive nos subterrâneos e possui poder e
tecnologias inimagináveis. Tratava-se de uma obra de ficção, contudo, muitas sociedades
ocultas viam como fatos de uma civilização perdida. Edward B. Lytton’s era membro da
sociedade Rosa-cruzes, que estudavam textos antigos e encorajavam seus membros a elevar a
consciência e desenvolver habilidades ocultas. Diga-se de passagem, não era apenas a Thule
que levava a obra como fatídica, uma elite americana, britânica, francesa e russa partilhavam
da mesma visão.


Informações a parte, o fato é que, a sociedade Thule, uma sociedade ocultista, estava
diretamente ligada ao partido nazista, financiando e desenvolvendo projetos. Ambos eram
faces da mesma moeda, que acreditavam que a raça ariana era descendente de uma raça
superior. O símbolo da Thule e do partido nazista são basicamente os mesmos, a suástica, que
é uma representação da força do Vril.


Muitos oficiais do alto escalão do partido nazista e da SS eram membros da sociedade Thule,
como Baron Rudolf von Sebottendorf, Rudolf Hess, Herman Goering, Heinrich Himmler,
Gottfried Feder, Dietrich Eckart, Rudolf Steiner, Winfried Schumann e vários outros, incluindo
Hitler.


Winfried Schumann era diretor do laboratório de eletrofísica da univeridade de Munich, e
como membro da Thule, foi encarregado de construir a primeira nave descrita por Orsic
através do conhecimento oculto. Ele era especialista em energia plasma e voltagem
eletrostática, sendo assim, desenvolveu um sistema exótico de propulsão para propor as
espaço naves. Schumann está na longa lista de cientistas alemãs levados aos EUA pela
operação PaperClip após a segunda guerra.


Outro nome de grande influencia de Hitler, foi o general Karl Haushofer, um pesquisador
renomado dos textos antigos, como o papel da raça ariana e os mistérios sobre a força vril. Era
um membro célebre, um professor na Thule, e um de seus entusiasmados estudantes era
Rudolf Hess, que se tornou a mão direita de Hitler.


Hess fez parte do esforço para consolidar um acordo de paz do partido alemão com a
aristocracia britânica, incluindo membros da família real, ao qual possuíam fortes laços com a
sociedade Thule a outras sociedades secretas dentro do partido nazista.


A inteligência naval alemã também tinha ligações com a sociedade Thule, uma vez que usava
de seu nome para financiar o partido nazista por trás das cortinas, para não quebrar o tratado
de Versalhes, um acordo de paz assinado pelas potências europeias, que encerrou a primeira
guerra mundial.


A sociedade Thule foi considerada o agente secreto do terceiro Reich. Através das ciências
ocultas, projetaram armas e desenvolveram dispositivos muito além da tecnologia da época.
Dispositivos de energia livre, antigravidade, naves espaciais e discos voadores capazes de
chegar a velocidades como 40.000 km/h e capaz de resistir oito semanas no ar, como é o caso
do Haunebu III, além de armas de laser capazes de desintegrar corpos em uma fração de
segundos. Vale ressaltar, que conforme relatos de militares de alto escalão do governo, muitos
dos avistamentos de discos voadores, o fenômeno OVNI, trata-se de discos nazistas. Sobre as
armas desenvolvidas citadas, foram estas que levaram a destruição da tripulação e frota da
operação HighJump em 1947, na Antártida. O Almirante Richard E. Byrd, encarregado da
missão no continente gelado, descreveu que lá, havia naves capazes de voar do polo sul ao
polo norte em questão de minutos. Teriam os nazistas construído bases, refugiando-se na
Antártida?


Nazistas na Antártida
Em 1938, o regime nazista realizou a primeira expedição ao continente gelado, nomeada de
“Schwabenland”. Em 1939, após a primeira expedição, as sociedades secretas alemãs,
principalmente a Thule, decidiram realocar o programa espacial que estava sendo
desenvolvido para a Antártida, pela sua localização remota, zona neutra e um sistema de
cavernas duas milhas abaixo do gelo, acessível apenas com submarinos. Assim, poderiam dar
continuidade aos progressos do programa espacial, e de um programa interplanetário sem
sofrer qualquer perturbação resultante da guerra. Ex militares da época, envolvidos no
programa espacial, afirmam que os nazistas receberam ajuda de “extraterrestres reptilianos”
para estabelecer-se na Antártida.


Atualmente, há fatos científicos que corroboram a ideia como plausível. Em 2017, cientistas da
Nova Zelândia e Austrália, oficialmente, descobriram a existência de grandes cavernas na
Antártida, com temperaturas internas próximas a 25ºC, suportando várias formas de vida.
A Fundação Nacional de Ciências dos EUA detalhou em uma pesquisa que existem extensos
sistemas de rios navegáveis debaixo da Antártida, corroborando mais uma vez, a história.
A vasta operação na Antártida foi orquestrada pelo almirante Wihelm Canaris, cabeça da
inteligência militar alemã, apoiado pela sociedade Thule, ao qual era membro, e muitas
companhias, como I.G. Farben, Krupp, Siemens, Messershmitt, United Steelworks.


No tribunal de Nuremberg, o almirante Karl Donitz citou a Antártida como o lugar onde as mais
avançadas tecnologias alemãs foram desenvolvidas secretamente. O famoso cartógrafo
austríaco, professor Heinrich C. Berann forneceu provas de que as declarações de Donitz eram
totalmente plausíveis.


Diga-se de passagem, as expedições e a construção de bases na Antártida foram lideradas
pelas sociedades secretas do regime, Thule, Vril e Sol Negro, não respondendo as ordens da
SS, conforme relatos e documentos.


A operação Highjump, da marinha dos EUA, liderada pelo almirante Richard E. Byrd, entre
1946 e 1947, tinha por objetivo oficial a exploração da Antártida, mas extraoficialmente,
tratava-se de uma missão para negociar com líderes nazistas. A operação contou com 4.700
militares americanos, 6 helicópteros, 6 Martin PBM Mariner (hidroaviões bombardeiros), 2
embarcações transportadoras de aviões, 15 naves, 13 navios de apoio de combate e 1 portaaviões, o USS Philippine. A Highjump era para durar mais de seis meses, mas dado os combates
e as fatalidades decorrentes, perdurou apenas oito semanas.


Em uma das primeiras entrevista que o almirante Byrd concedeu, ao jornalista Lee Van Atta, na
edição El Mercurio, do Chile, ele alertou a necessidade dos EUA adotar medidas protetivas
contra uma possível invasão por naves hostis procedentes da região polar.
Relatórios da KGB, a partir de espiões soviéticos nos EUA, vem dar mais ênfase a história,
revelando que a Marinha Americana foi enviada em uma missão militar para encontrar e
destruir bases nazistas. No entanto, no percurso, encontraram misteriosos UFO’s que
atacaram a expedição, destruindo muitos navios e um significante número de naves.


Para muitos especialistas, a Alemanha perdeu a guerra, mas conquistou o mundo,
pulverizando-o com empresas que foram construídas através de financiamento do regime
nazista. Grande parte dos renomados cientistas foram levados para os EUA, onde continuaram
suas pesquisas e projetos, e posteriormente foram aplaudidos pelo mundo inteiro.


Tanto o vislumbre a eugenia como a prática dos conhecimentos ocultos, pilares do regime
nazista, não morreram. Muitas famílias de nome mantém isso bem vivo; famílias as quais,
apoiaram e financiaram o regime nazista. Estas tais, também possuem grande influencia em
suas nações, o que facilitou para arranjar meios de continuar dando suporte às colônias
nazistas na Antártida. Essa elite, naquela época, denominava-se “a fraternidade”. A
fraternidade perpetua, passando de geração em geração. Hoje podemos dar diferentes nomes
a essa elite; Cabala, Illuminati, as 13 famílias dominantes. Independente do nome são faces da
mesma moeda, que continuam buscando o controle e a supremacia total sobre a população.

As informações contidas neste artigo são oriundas do livro Antartica’s Hidden History:
Corporate foundations of secret space programs – Dr. Michael Salla, baseado em relatos
militares, relatórios e documentos oficiais.

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